Pr. João Gonçalves
"Eis
por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e
se tornarão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me
refiro a Cristo e à igreja." (Efésios 5:31-32)
Considerações
O
casamento na vida do homem, dentre todas as coisas, deve ser a mais
honrosa. Na vida, depois da salvação, o mais importante é o casamento.
Isto por que é uma imagem perfeita da união de Cristo com a Igreja;
perceberemos isto claramente através deste estudo. Assim sendo deve ser
honrado o casamento cristão entre todos.
"Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros". (Hebreus 13:4)
O
casamento é uma revelação de coração para coração e vai além de um
registro civil, pois os noivos estão acima de tudo unidos por Deus. Não
que o casamento civil não tenha o seu valor, mas o que quero dizer que
vai além de um documento, pois é uma aliança espiritual entre duas
pessoas perante Deus e que não deve ser quebrada (Ml. 2:14).
"Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem." (Mt. 19:6b)
Para
a sociedade moderna, o casamento segundo os padrões de Deus, pode ser
uma utopia, uma coisa ultrapassada. Mas para aqueles que servem ao
Senhor em sinceridade, o casamento é uma grande benção de Deus para nós.
Amém!
Com quem se Casar?
"Não
vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade
pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com
as trevas?" (II Cor. 6:14)
Quando
nós recebemos a Cristo, a nossa verdadeira comunhão passa a ser com os
irmãos (Lucas 24:16). Fica evidente que uma união permanente como o
casamento deve ser entre a família da fé. Abraão disse para Eliezer
buscar noiva para o seu filho dentre os seus parentes (Gênesis 24:4). E o
mais lindo disto é que ali era o retrato de Cristo (Isaque) e a Igreja
(Rebeca) e Eliezer fazendo o papel do Espírito Santo.
Pela
Palavra de Deus, o crente nunca deveria se casar com um descrente sob
circunstância alguma. Deve sempre se casar com crente. Mas a Bíblia diz
que Acabe casou-se com Jezabel. Sem dúvida ele fez uma coisa maligna. E
Jezabel, certamente, era uma mulher bonita e sedutora. E ele foi pela
sua aparência ao invés de ir pelo conselho do Senhor. Gosto deste
exemplo, por que muitas pessoas cometem aquele mesmo engano nestes dias.
Então
levanta-se a questão: e a situação de um casal quando apenas um dos
cônjuge se converter? Bem, a Bíblia diz que a mulher crente santifica o
marido incrédulo e vice-versa. Recomenda ainda que o marido crente não
deve deixar sua esposa por ela ser incrédula e nem a mulher crente o seu
marido. Agora se o descrente quiser apartar que se aparte, pois não
temos poder para salvar o nosso cônjuge, porém que fique sem casar.
"Porque
o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa, e a esposa
incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte, os
vossos filhos seriam impuros; porém, agora, são santos. Mas, se o
descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos, não fica
sujeito à servidão nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz." (I Cor. 7:14-15).
Avaliando
ainda esta questão de se fazer um casamento no Senhor. Uma pergunta que frequentemente os jovens fazem é: qual a idade adequada para o
casamento? A Bíblia não fala de idade, mas nos indica que isto deve
ocorrer, de preferência, na fase adulta. Abraão era dez anos mais velho
do que Sara. A questão do homem ser mais velho eu penso que seja melhor.
Deve-se considerar também a cultura familiar. Tem famílias que as moças
casam-se cedo e são excelentes esposas. Além disso, o que os pais
juntamente com os filhos devem considerar, além da idade, são as
condições espirituais, emocionais e financeira dos noivos; deve haver
uma boa orientação a respeito, pois certamente será determinante mais na
frente.
A Questão do Divórcio
O
divórcio nunca foi o plano original de Deus para o casamento. Conforme
disse o Senhor Jesus Cristo, o divórcio foi permitido na “Lei de
Moisés”, por causa da dureza do coração dos homens.
"Respondeu-lhes
Jesus: Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu
repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio." (Mt. 19:8)
O
Senhor Jesus deu esta resposta à pergunta dos fariseus, por que no
Velho Testamento o homem poderia repudiar sua mulher, por qualquer
motivo que considerasse indecente, e não necessariamente por adultério.
"Se
um homem tomar uma mulher e se casar com ela, e se ela não for
agradável aos seus olhos, por ter ele achado coisa indecente nela, e se
ele lhe lavrar um termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir de
casa." (Deuteronômio 24:1).
Deus
confiou ao homem o julgamento do que seria "coisa indecente", mas
parece que o homem legislou mau a questão do divórcio. Os fariseus
certamente estavam incomodados com a maneira que esta Lei era aplicada.
Os filhos de Israel estavam fazendo uso da Lei para divorciar de suas
mulheres por qualquer bobagem que eles considerassem "indecente".
Portanto,
devemos considerar algo muito sério, Deus estava odiando o repúdio
praticado em Israel, assim como Ele odeia os divórcios que andam
ocorrendo dentro da Igreja hoje (Ml. 2:16) Precisamos
entender que, no Novo Testamento, a “Lei moral” não foi abolida, mas
magnificada. O Senhor Jesus Cristo não aboliu a Lei e nisto a questão do
divórcio está incluida. Todavia, com a magnificação da "Lei
moral", restringiu o repúdio a uma única situação.
"Eu,
porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de
relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério e o que
casar com a repudiada comete adultério" (Mt 19:9).
Para
o Cristão, a única maneira que o divórcio pode ser admitido é em caso
de adultério, que é uma relação extra-conjugal. Este é o único motivo
pelo qual o homem tem direito, segundo as Escrituras, de repudiar sua
mulher. Quando os próprios discípulos ouviram o novo
padrão estabelecido por Cristo, acharam difícil a situação do homem para
com a sua esposa.
"Disseram-lhe os discípulos: Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar." (Mt. 19:10)
Neste
aspecto, os discípulos consideravam a Lei de Moisés bem mais cômoda do
que e Lei do Espírito. Realmente os padrões de Deus, manifestados em
Cristo, são tão altos que somente o próprio Deus em nós pode
cumpri-los, esta é maneira prevista para a Nova Aliança. Em relação ao
divórcio, o próprio Jesus disse que só era apto para aceitar este
conceito, quem recebeu Graça de Deus para isto (Mt. 19:12b). Aliás, toda
a Escritura somente pode ser cumprida em nós pelo Espírito de Deus
(Ezequiel 36:27).
A Situação dos Cônjuges no Divórcio
Agora
queremos tratar de um ponto bem delicado deste assunto. Bem meus
irmãos, pelas Escrituras, compreendemos que a condição de homens e
mulheres, no divórcio, são distintas, devemos entender muito bem este
ponto. Pois bem, Deus fez macho e fêmea iguais perante Ele, porém o
propósito de cada um sempre serão diferentes. Isto não os diminui de
maneira nenhuma, pelo contrario os completam no plano e propósitos
eternos de Deus estabelecido para o casal.
Agora
quero que as mulheres entendam uma coisa e sejam temerosas. Talvez o
que eu vou dizer, não pareça agradável, muito menos moderno, mas é a
pura revelação da Palavra de Deus. Minhas queridas irmãs, gostaria da
sua total atenção agora. Quero voz afirmar, diante de Deus, que: a
mulher não tem direito de repudiar o marido por motivo algum, assim é o
mandamento para o divórcio, tanto no Velho Testamento como no Novo
Testamento.
Para entendermos isto com calma, vamos inicialmente analisar a pergunta dos fariseus:
"É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo? "(Mt. 19:3b)
A
pergunta é muito clara: é lícito ao marido? Eles não perguntaram se era
lícito a mulher repudiar. O divórcio, na Antiga Aliança, era uma
concessão de Deus dada aos homens (Deuteronômio 24:1).
Repare ainda a
conclusão dos discípulos, quando Jesus explica que o homem somente
poderia repudiar sua mulher em caso de adultério:
"Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar. "(Mt. 19:10)
Você
percebe? "A condição do homem relativo à sua mulher". O divórcio dentro
de um casamento é uma prerrogativa do homem, dentro das situações que
prevê as Escrituras. (Mt. 19:6). Deus fez assim tanto no Velho, como no
Novo Testamento. E, sendo a Bíblia um livro harmônico, toda
Escritura deverá confirmar o que estou dizendo, fato que você comprovará
no decorrer deste estudo.
Todavia
imagino que qualquer pessoa que leia este estudo, influenciado pelo
"espírito da era", poderá considerar isto como machismo, ou uma coisa da
época das cavernas, um absurdo e coisas do gênero. Mas não é isto, Deus
não é machista, feminista ou muito menos ultrapassado, Ele é sim eterno
e imutável. No entanto, entenda que o casamento é o reflexo da união de
Cristo com Sua Igreja. Assim como foi no Velho Testamento a união de
Deus (Jeová) com Israel. E se você considera a Bíblia um livro
harmônico, com paralelos perfeitos em relação ao seu povo,
evidentemente, você irá concordar que a Igreja não pode repudiar a
Cristo em hipótese alguma. Assim como Israel não poderia repudiar a Deus
na Velha Aliança. Agora observe algo maravilhoso no Velho Testamento,
tanto os profetas Jeremias e Isaias disseram que, por causa da
infidelidade de Israel, Deus lhe deu carta de divórcio, coisa que Israel
não podia fazer. Aquela geração do povo de Deus havia adulterado
espiritualmente, se contaminando com outros deuses e, por isso, Deus
lhes repudiou.
"Assim diz o Senhor: Onde está a carta de divórcio de vossa mãe, pela qual eu a repudiei? "(Isaias 50:1a)
"Quando, por causa de tudo isto, por ter cometido adultério, eu despedi a pérfida Israel e lhe dei carta de divórcio," (Jeremias 3:8a)
Esta
foi a atitude de Deus com relação ao Seu povo. Agora, analise comigo,
façamos um paralelo com a Igreja hoje, Deus deu carta de divórcio a uma
geração que foi adúltera aos Seus olhos. O que você acha que Ele fará
com esta geração que, dizendo ser Seu povo, adultera com mundo, deuses
modernos e enganos do diabo? Lamentavelmente, Deus está a ponto de
vomitar da Sua boca, um povo que Lhe enoja por sua conduta infiel é isto
que diz as Escrituras (Apocalipse 3:16).
Observe
o que Jesus disse para os líderes religiosos de sua época: “uma geração
má e adultera pede um sinal” (Mateus 16:4a). Parede duro, mas Jesus
repudiou os religiosos de Seu povo. Aquela geração estava sendo
repudiada pelo seu adultério doutrinário, não reconhecendo o Messias.
Meu irmão, espero que você esteja percebendo a importância deste
estudo, pois existe um paralelo perfeito físico e espiritual
para casamento e divórcio sendo descortinado.
Quero
Chamar sua atenção para importância deste assunto, pois é um retrato
fiel de Cristo e a Igreja. Infelizmente estas questões passam
despercebidas a maioria das igrejas evangélicas. O que ocorre é
que, infelizmente, as tradições juntamente com a teologia, continuam
falando mais alto do que a Bíblia o que acontecia desde a época de
Jesus (Mateus 15:3).
A Lei Conjugal
"Ora,
a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas,
se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que
será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro
homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será
adúltera se contrair novas núpcias." (Romanos 7:2-3).
Observe o
que o apóstolo Paulo está dizendo para nós: "a mulher está ligada à lei
conjugal enquanto o marido viver". Muitos pastores, por falta de
discernimento deste assunto, confundem este texto e dizem que Paulo se
refere a homens e mulheres. Eles não estão familiarizados com o mistério
do casamento e, infelizmente, suas doutrinas não estão em harmonia com
todo contexto Bíblico. A doutrina errada é tão forte que as pessoas não
conseguem enxergar nem o que estão lendo: “a mulher casada está ligada
pela lei ao marido, enquanto ele vive”. A mulher! O apóstolo Paulo está
falando das mulheres e se você observar o contexto verá que Ele
relaciona a pessoa da mulher com a Igreja (Romanos 7:4).
Porém, não pense com isto que a condição do homem, no casamento, é cômoda. Absolutamente não é! A
condição do homem é de muita responsabilidade, pois deve ser como
Cristo. Cristo é a perfeição, Cristo é a Palavra (João 1:14) Portanto, o
homem jamais pode negligenciar seu casamento, pois sobre ele pesa uma
responsabilidade muito grande. Deus odeia o homem infiel, pois Ele
mesmo, o Senhor, jamais quebrará a Sua aliança para conosco (Malaquias
2:16). Ele sempre permanecerá fiel e assim também espera de nós homens.
Quero ainda lembrar para os irmãos que o adultério, sem arrependimento, é
um passaporte para o inferno (I Corintios 6:9). E, ainda que o adultero
venha a se arrepender, o seu opróbrio, ou seja, a sua vergonha nunca se
apagará (Provérbios 6:33). O homem deve ser como Cristo e em Cristo
não há mácula nem opróbrio. Cristo sempre nos amou incondicionalmente,
ao ponto de se entregar por nós, Ele nunca falhará conosco. Assim, o
verdadeiro marido deve amar sua esposa como a si mesmo e ser fiel até a
morte.
“Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5:25).
Divórcio Somente em Caso de Adultério
Na
nova Aliança, o homem não pode mais repudiar a mulher por qualquer
motivo, mas somente por causa do adultério, tendo, porém o perdão como
um caminho de reconciliação. Caso o homem repudie sua mulher por
qualquer motivo, expõe a esposa e a ele mesmo a se tornarem adúlteros,
caso casem-se novamente. Lembrando que somente em caso de adultério da
parte feminina, o homem estará livre para casar.
"Eu,
porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de
relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério e o que
casar com a repudiada comete adultério" (Mateus 19:9).
No
caso da mulher infiel, o marido poderá divorciar-se dela, ele poderá
casar-se novamente, mas a mulher deverá permanecer solteira; ela será
considerada adultera se, vinvendo o marido, casar-se de novo. A mulher
adultera deverá buscar o perdão de Deus e do marido ou, caso não consiga
reconciliação, viver solteira e dedicar sua vida a Deus. Isto pode
parecer duro, mas a mulher que adultera é semelhante ao servo infiel que
negligenciou sua própria salvação (Mateus 24:51/ 25:30). E considere
comigo, Ana era uma viúva de 84 anos e vivera com seu marido apenas sete
anos, ela não deixava a presença do Senhor, adorando no templo com
jejuns e orações. por mais de 50 anos (Lucas 2:37). Ana como viúva se
portou desta forma, mesmo com a possibilidade de casar novamente, o que
você acha que Deus esperar da mulher que foi repudiada por causa de adultério?
Além
disso, continuado na analise da situação, quero afirmar que mesmo o
casal mantendo-se fiel um para com o outro, e por motivos diversos
venham a se separar, ambos não poderão casar novamente. A parte ofendida
deve sempre reconciliar-se com seu cônjuge.
"Ora,
aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe
do marido (se, porém, ela vier a separar-se, que não se case ou que se
reconcilie com seu marido); e que o marido não se aparte de sua mulher." (I Cor. 7:10-11)
Ao
homem infiel que maculou o seu sacerdócio, está obrigado a reconciliar
com a esposa. Não poderá divorciar-se dela. A mulher poderá separar
deste homem, porém que fique sem casar. A mulher está presa ao marido
enquanto ele viver e será considerada adúltera se vivendo o marido,
casar-se com outro.
"De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem;" (Romanos 7:3)
Todas
estas coisas ficam esclarecidas, quando compreendemos que o casamento é
a imagem perfeita da união de Cristo e a Igreja. Porque, assim como a
Igreja saiu de Cristo, a mulher também procedeu do homem, mas tudo
proveio de Deus. Com estes mistérios desvelados, discerniremos o
sentido real do casamento e sua importante, honrando-o assim acima de
tudo.
"Eis
por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e
se tornarão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me
refiro a Cristo e à igreja." (Efésios 5:31-32).
O Divórcio Antes da Fé
Sobre
o divórcio antes de conhecermos a Cristo, quero considerar o que o
pastor Joaquim Gonçalves diz em um estudo sobre casamento: (Esta doença
epidêmica do casamento atual chamada divórcio, ligada a tantos fatores
“justificáveis” está, principalmente, na incapacidade gerada pela
educação destas últimas gerações, que não puderam suportar as
frustrações que a própria vida lhes impõe). Precisamos admitir que, em
gerações passadas, o casamento era uma instituição sagrada onde os
cônjuges viviam unidos até o fim da vida. As pessoas eram mais honradas
em seus compromissos e o casamento era mantido até que a morte os
separe. Todavia vivemos dias onde, surpreendentemente, o número de
divórcios chegam a superar os de casamentos.
A
luz das Escrituras, os casos de divórcio, bem como os pecados de
adultérios, como todos os demais, cometidos no tempo da ignorância,
serão perdoados mediante sincero arrependimento e confissão diante de
Deus (Atos 3:19). Agora, a responsabilidade do divorciado diante de sua
nova vida, as reparações que deverão ser feitas, todas estas questões deverão ser analisadas a parte.
Entretanto,
nos casos mais comuns onde a pessoa vive em adultério, ou vive no
pecado de prostituição, por estar vivendo em concubinato, morando com
uma pessoa que não é seu cônjuge legal. E esta pessoa vier a se
converter a Cristo, deverá arrepender-se do seu pecado, regularizarndo
sua situação casando-se com a pessoa que está vivendo. Agora se o caso é
adultério, ou seja, a pessoa é casada(o) e tem um(a) amante. Então ela
deve arrepender-se deste pecado confessando-o a Deus e a parte afetada, e
assim reconciliar-se com o seu cônjuge mantendo-se fiel até que a morte
os separe. (João 8:10-11). Seria impossível tratarmos todas as possibilidades, mas certamente a Palavra de Deus dará luz para cada caso.
Conclusão
É
lamentável que muitas igrejas hoje ignorem completamente este assunto.
Alguns pastores chegam ao cúmulo de aconselhar seus membros que estão em
crise conjugal, dizendo: “não deu certo, separa, afinal Deus quer que
vocês sejam felizes”. O diabo é tão sujo que usa o Nome de Deus e o
argumento da felicidade, para mandar as pessoas para o inferno. Este é o
triste ponto que temos chegado, onde o número de evangélicos
divorciados aumenta a cada dia.
Todavia,
quero concluir este assunto declarando aos queridos irmãos que o grande
aumento do número de divórcios nos dias de hoje, estão também
relacionados com a segunda Vinda de Cristo. Por incrível
que pareça, a desvalorização do casamento é um dos principais sinais do
arrebatamento, que muitos estudiosos da Bíblia passam por alto. Existe
uma mensagem que o Senhor nos entregou com o título: “O Casamento e o
Advento”. Através desta mensagem, Deus nos revela, que esta banalização
do casamento, até mesmo no meio da Igreja, está intimamente ligado com a
Sua segunda Vinda. Preste atenção no texto abaixo:
"Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento (divórcio),
até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando
veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do
Homem" (Mateus 24:39).
Espero
que Deus tenha abençoado sua vida através deste estudo, fico feliz em
pode contribuir um pouco com a Noiva do nosso Senhor Jesus Cristo. Que
as bênçãos de Abraão alcancem nossas famílias! Graça e Paz!


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