Ricardo Ribeiro
“Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os
principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso,
contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Ef 6.12).
O texto acima talvez possa ser chamado de áureo da batalha espiritual. Pois aqui Paulo nos dá grandes ensinamentos:
Nossa luta não é carnal (homem carnal não tem como lutar). Existe hierarquia espiritual
Mais adiante ele ainda traz importantes ensinamentos:
Existe uma armadura espiritual para a batalha espiritual. Existe o “dia mau”
Agora vamos falar exclusivamente sobre a hierarquia espiritual. No versículo 12 o apóstolo fala de potestades, principados, dominadores e forças. Antes de qualquer coisa precisamos entender que Satanás não é onipresente. Por não ser onipresente, ele mais uma vez se torna pequeno diante de Deus.
O texto acima talvez possa ser chamado de áureo da batalha espiritual. Pois aqui Paulo nos dá grandes ensinamentos:
Nossa luta não é carnal (homem carnal não tem como lutar). Existe hierarquia espiritual
Mais adiante ele ainda traz importantes ensinamentos:
Existe uma armadura espiritual para a batalha espiritual. Existe o “dia mau”
Agora vamos falar exclusivamente sobre a hierarquia espiritual. No versículo 12 o apóstolo fala de potestades, principados, dominadores e forças. Antes de qualquer coisa precisamos entender que Satanás não é onipresente. Por não ser onipresente, ele mais uma vez se torna pequeno diante de Deus.
Em um dos congressos de batalha espiritual ministrados por nós, há algum
tempo atrás, um homem chegou na porta da igreja e disse: “Eu sou
Lúcifer, e trouxe comigo muitos demônios”. Mais uma vez confirmei um que
a bíblia diz: “Satanás é o pai da mentira; é mentiroso desde o
princípio”.
Em primeiro lugar Satanás não possui pessoas. Ele é um demônio muito
“poderoso”, e certamente o ser humano seria frágil para tal possessão.
Em segundo lugar, eu não creio que Satanás iria deixar seu posto (talvez
em uma guerra, ou comandando seu batalhão), para se preocupar comigo e
com mais um congresso que estávamos ministrando.
Após ordenar a libertação, o homem foi liberto e percebemos que eram poucos demônios de baixo escalão que o possuía.
Por não ser onipresente, Satanás criou uma inteligente rede de atuação,
colocando demônios espalhados por localidades, com funções diferentes.
Esta é a classificação demoníaca citada por Paulo, na qual estudaremos a
seguir.
Principados (príncipes infernais)
De acordo com o dicionário Michaelis, principado significa: “Território
ou Estado governado por um príncipe ou princesa”. No grego, a palavra
principado é arche – “autoridade”, “governante”, “domínio”, “esfera de
influencia”. Existem demônios de alto escalão designados para ocupar estes
principados. São como príncipes de grandes regiões, como continentes e
países.
A Bíblia nos traz um bom exemplo de batalha espiritual, a nível de principados:
“Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia.” (Dn 10.13)
Enquanto Daniel orava por uma resposta do Senhor, estava sendo travada uma guerra nas regiões celestiais.
O príncipe da Pérsia lutava com o arcanjo Miguel (também príncipe – “arché angelos”), para impedir a resposta do homem de Deus. Não é sempre principados (de alto escalão) se ocupam para impedir nossas orações. No caso de Daniel, ele orava intercedia por uma nação inteira, por isso envolveu principados.
Observe a resposta do arcanjo Miguel:
“E ele disse: Sabes por que eu vim a ti? Agora, pois, tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia.” (Dn 10.20)
A Bíblia nos traz um bom exemplo de batalha espiritual, a nível de principados:
“Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia.” (Dn 10.13)
Enquanto Daniel orava por uma resposta do Senhor, estava sendo travada uma guerra nas regiões celestiais.
O príncipe da Pérsia lutava com o arcanjo Miguel (também príncipe – “arché angelos”), para impedir a resposta do homem de Deus. Não é sempre principados (de alto escalão) se ocupam para impedir nossas orações. No caso de Daniel, ele orava intercedia por uma nação inteira, por isso envolveu principados.
Observe a resposta do arcanjo Miguel:
“E ele disse: Sabes por que eu vim a ti? Agora, pois, tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia.” (Dn 10.20)
Potestades (gerentes infernais)
No grego, potestade significa eksousia – “autoridade”, “poder”, no
sentido de autoridade delegada. São governantes subordinados aos
príncipes, por isso também chamados sub-principes. Agem respectivamente
em cada principado (território) a que pertencem. Em determinados casos,
tais poderes de principados diferentes se unem para agir em uma tarefa
específica.
Existem milhares e milhares de potestades espalhadas sob a face da terra, assumindo responsabilidade por estados, cidades, ruas, bairros, clubes, igrejas, religiões, seitas e partidos, etc, etc...
Existem milhares e milhares de potestades espalhadas sob a face da terra, assumindo responsabilidade por estados, cidades, ruas, bairros, clubes, igrejas, religiões, seitas e partidos, etc, etc...
Dominadores - Demônios de Baixa Grandeza
Do grego kosmokrator, que literalmente significa “governante mundial”.
Também são milhares e milhares, e são os responsáveis pelo andamento de
projetos idealizados pelos príncipes ou sub-príncipes. Atuam como guias,
orixás, mensageiros ou operários.
A bíblia diz que o mundo jaz no maligno. A palavra governante mundial
não é porque eles estão no comando geral, mas porque seus atos
influenciam diretamente o destino da humanidade.
São os demônios de baixa grandeza são as conhecidas “entidades”, que na
Umbanda são conhecidas por diversos nomes, como Zé Pilintra, Exu
Caveira, Pombagira, Preto Velho, Etc. Eles são destinados a possessões,
onde entram nas vidas das pessoas e destroem tudo.
Além disso, tais demônios são responsáveis pelo surgimento movimentos espirituais malignos, tais como:
- Astrologia (através de espíritos de adivinhação)
- Movimento de nova era (demônios que afetam a mente humana)
- Anjo da morte (espíritos de suicídio)
- Idolatria “coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios” (1Co 10.20)
Forças espirituais da maldade
Do grego, pneumatikos, “seres malignos”, “forças do mal”. São demônios
de menor hierarquia, que trabalham em legiões, auxiliando nos trabalhos
de possessões. Estima-se que existam cerca de 30 bilhões de demônios
para cada habitante no planeta terra. Alguns destes demônios tem
atributos “especiais”, como poder mover, ou fazer “desaparecer” objetos.
Emitem sons, entre outros feitos.
Legiões demoníacas
“...mas esta casta de demônios não se expulsa senão à força de oração e de jejum.” (Mt 17.21)
A palavra “casta” significa qualidade, tipo, categoria. Esta palavra é citada por Jesus, quando diante de um endemoniado. Quando os discípulos estavam a ministrar libertação, encontraram dificuldade em alguns casos, nos quais Jesus explicou que somente poderiam sair mediante a jejum e oração. Se tratavam de legiões de demônios, deixe-me explicar como funciona a libertação por legiões.
Legiões demoníacas
“...mas esta casta de demônios não se expulsa senão à força de oração e de jejum.” (Mt 17.21)
A palavra “casta” significa qualidade, tipo, categoria. Esta palavra é citada por Jesus, quando diante de um endemoniado. Quando os discípulos estavam a ministrar libertação, encontraram dificuldade em alguns casos, nos quais Jesus explicou que somente poderiam sair mediante a jejum e oração. Se tratavam de legiões de demônios, deixe-me explicar como funciona a libertação por legiões.
Quando encontramos uma pessoa possessa por um ou poucos espíritos
malignos, ordenamos a cada um que saiam em Nome de Jesus, e a libertação
é encerrada. Porém, uma casta são centenas de demônios, alojados em uma
única pessoa.
Quando se expulsa um, entra outro. Quando se tira o outro, entra mais
um... agora imagine você expulsar centenas de demônios, um por um.
Certa vez Jesus ordenou que uma legião fosse retirada de um homem, e os
demônios foram jogados para porcos. Para o Mestre foi fácil, pois ele
era um homem de oração e jejum, sua autoridade era gigantesca.
Estes demônios se apresentaram a Jesus sob o título de “legião”, porque eram muitos.
Estes demônios se apresentaram a Jesus sob o título de “legião”, porque eram muitos.
No contexto do fato ocorrido, existiam as legiões de soldados romanos.
Tais legiões eram formada por cerca de 6000 homens, assim divididos em
10 coortes (pelotões de 600 homens), que por sua vez se dividiam em 6
centúrias (100 homens) cada.
Acredita-se que uma legião tem cerca de 6000 demônios, assim como a
legião romana. A legião de soldados romanos era formada por 6000
soldados, dividida em 10 grupos de 600, chamados coortes.
Cada coorte
era dividida em seis grupos de 100, conhecidos como centúrias (liderados
pelo centurião).
Agora imagine, expulsar um por um destes demônios. Neste caso, é necessário ter uma vida de oração e jejum. O crente que jejua acumula “créditos” no mundo espiritual, e se torna espiritualmente forte para este tipo de batalha. Quando este crente se depara com um possesso por legiões, basta ordenar que os demônios saiam, e assim se fará.
Agora imagine, expulsar um por um destes demônios. Neste caso, é necessário ter uma vida de oração e jejum. O crente que jejua acumula “créditos” no mundo espiritual, e se torna espiritualmente forte para este tipo de batalha. Quando este crente se depara com um possesso por legiões, basta ordenar que os demônios saiam, e assim se fará.
Existem algumas legiões de demônios conhecidas principalmente no Brasil e
no continente africano. Foram trazidas para o Brasil através dos
escravos, com suas seitas e religiões que trouxeram para nossa cultura
formas de invocação e pactos para nossa terra.
Quando os padres jesuítas proibiram os escravos foram proibidos de
adorar e invocar tais legiões, exigindo que adorassem os santos cristãos
(católicos), foi criado então o sincretismo, de forma que as castas
poderiam ser adoradas, através dos nomes dos santos católicos.
Prova disso é que em diversas cidades brasileiras, praticantes de
umbanda, candomblé, catolicismo romano, se encontram nas portas dos
templos, normalmente, para adorar.
Geralmente vemos em portas de igrejas católicas, baianas, vestidas com roupas de cultos africanos.


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